Sistólico e Diastólico faziam uma
prospeção de mercado; tinham decidido criar um negócio e analisavam friamente
as transferências comerciais ao longo dos anos. Outrora as lojas dos 300 foram
aglutinadas pelas lojas de produtos chineses, as mercearias tradicionais eram
agora lojas gourmet e as lojas de penhores reproduziram-se em lojas de compra
de ouro, ou seja lá isso o que for. A irmandade decidira implementar algo
inovador, mas sem criar estranheza e, sem dúvida, lucrativo. Queriam vender um
pouco de tudo e de coisa nenhuma, até porque apesar de ter pouca procura, coisa
nenhuma era o produto mais injetado e absorvido pelo país, unicamente nunca fora
patenteado.
eheheheheh...tanbém me parece que existe necessidade de comprar "coisa nenhuma" para encher um vazio que após as compra olhando com atenção para as mãos continuam cheias de "coisa nenhuma" Gosto - vamos ver o sucesso deste negocio ;-))
ResponderEliminarSandra M.